“Ter o próprio negócio: solução ou ilusão?”

 “Infelizmente não vamos mais precisar de seus serviços”, “não estamos contratando”, essas são as frases mais temidas pelo trabalhador, porém, nos últimos meses o número daqueles que ouviram algo semelhante tem aumentado. Não é por menos que a taxa de desemprego atual tem sido a pior dos últimos 25 anos.


 O quadro piora quando somamos a este número aqueles que estão tentando o primeiro emprego de carteira registrada.Com a baixa oferta de postos de serviço, alta concorrência, uma grande maioria de novos trabalhadores se veem perdidos. Até mesmo as vagas de emprego que surgem podem ser uma armadilha: empresas se aproveitando da situação, contratam com baixos salários.

 Quais seriam as alternativas para quem deseja entrar pela primeira vez no mercado de trabalho ou voltar a ter um emprego?

Solução ou ilusão?

 O número de pessoas que tem trabalhado como autônomos aumentou devido à crise. Atualmente, o número de brasileiros autônomos ultrapassa os 21 milhões, segundo IBGE.

 Entre os que estão nesta situação, existem os que entraram por necessidade, outros foram por escolha própria, talvez tinham um trabalho de carteira registrada, porém, aproveitaram uma oportunidade de ser seu próprio patrão. E é exatamente este pensamento que atrai a muitos para criar um negócio próprio: ser seu próprio patrão, estabelecer seu horário de trabalho, além, é claro, de aumentar seus ganhos.

 Mas, como tudo na vida, existe os prós e contras: por um lado, ter um negócio próprio de oferece a oportunidade de ser o seu patrão, por outro, pode significar mais horas de trabalho. Talvez como empregado, a pessoa tenha uma função especifica, mas como dono de seu negócio, a pessoa provavelmente terá várias “funções”.

 Alguns trabalhadores que realizam algum tipo de atividade autônoma e o fazem por muito tempo, não procuram formalizar seu negócio, o principal fator disso é pensar nos impostos e encargos trabalhistas (se tiverem funcionários) que terão que arcar. Mas nem precisa dar detalhes que essa é uma má escolha para quem vive de um trabalho autônomo.

 Até por que existe a possibilidade do Microempreendedor Individual (MEI) que é a pessoa que trabalha por conta própria e que se legaliza como pequeno empresário. O MEI também pode ter um empregado contratado que receba o salário mínimo ou o piso da categoria. Além disso, o MEI será enquadrado no Simples Nacional e ficará isento dos tributos federais.

 Assim, pagará apenas o valor fixo mensal de R$ 45,00 (comércio ou indústria), R$ 49,00 (prestação de serviços) ou R$ 50,00 (comércio e serviços), que será destinado à Previdência Social e ao ICMS ou ao ISS. Essas quantias serão atualizadas anualmente, de acordo com o salário mínimo.Com essas contribuições, o Microempreendedor Individual tem acesso a benefícios como auxílio maternidade, auxílio doença, aposentadoria, entre outros. - FONTE: site Portal do empreendedor-MEI.

 Ao passo que o trabalhador formal recebe um valor pré-estabelecido, o dono do próprio negócio recebe de acordo com o potencial do seu ramo de negócio. Este é o principal fator motivador para que muitos deixem o trabalho formal e montem o próprio negócio, pois os lucros não se comparam com um assalariado.

“Ter ou não ter um negócio próprio? Eis a questão!”

 É obvio que para tudo nessa vida existe os prós e os contras. Abrir um negócio próprio não é diferente, tanto que os especialistas em empreendedorismo orientam a elaboração de um plano de negócio antes de tudo, pois esta ferramenta lhe dará uma ideia melhor do seu caminho, além do mais se faz necessário a busca de conhecimentos específicos, nesta questão o Sebrae tem oferecido por meio de seu site cursos gratuito para futuros empreendedores.

Cursos do Sebrae para empreendedores, clique aqui.

 Portanto, a pessoa deve medir a sua real necessidade ou não, de ter um negócio próprio. Pesar bem as vantagens e desvantagens, ter o equilíbrio, a perseverança necessárias para esta empreitada.

O importante é destacar que, segurança é apenas ilusão: muitos tem a ideia que um trabalho de carteira registrada lhes dará a instabilidade necessária, mas como estamos vendo, com a alta taxa de desemprego, que isto é apenas ilusão. Sendo que ter um negócio próprio exige bastante perseverança da pessoa, e poucos realmente estão dispostos a isso.

O mapa da mina



Abaixo alistamos ideias de negócios baratos que tem sido verdadeiros “mapa da mina” nestes tempos ruins. Confira e escolha o seu:








-Área de estética: neste caso, tudo que inclua a beleza e bem-estar do corpo.Pode ser salão de,cabeleireiro,manicure, pedicure, massagista, venda de cosméticos, academias, produtos para emagrecimento.




-Trabalho na internet: o e-commerce é um mercado em expansão no mundo. Pessoas tem feito fortunas vendendo produtos pela internet, seja produtos físicos ou produtos digitais. As redes sociais como Facebook, tem se tornado uma grande oportunidade para empreendedores atentos e dedicados.


-Vendas diretas: pode até parecer mentira, mas a venda feita de porta em porta, ainda tem sido uma bela opção.


-Prestação de serviços: jardinagem, limpadores de piscina, limpeza doméstica, limpeza de carro a domicilio, são alguns dos serviços que podem ser oferecidos.



Nenhum comentário:

Postar um comentário